Why Exercise Is Not Enough to Prevent Weight Gain

Manostaxx The text that follows is owned by the site above referred. Here is only a small part of the article, for more please follow the link SOURCE: http://www.livescience.com/57857-why-exercise-doesnt-prevent-weight-gain.html By Agata Blaszczak-Boxe, Contributing Writer   Credit: Stock-Asso/Shutterstock.com Exercise on its own — without also following a healthy diet — isn’t enough to help people lose […]

Depression Differs in Men and Women

Manostaxx The text that follows is owned by the site above referred. Here is only a small part of the article, for more please follow the link SOURCE: http://www.livescience.com/56599-depression-differs-men-women-symptoms.html By Cari Nierenberg, Contributing writer Credit: Couple photo via Shutterstock Gender differences Men and women can experience depression in different ways, and although they also share […]

Climate Change Could Have Wide-Ranging Effects on Mental Health

Manostaxx The text that follows is owned by the site above referred. Here is only a small part of the article, for more please follow the link SOURCE: http://www.livescience.com/57931-climate-change-mental-health.html By Sara G. Miller, Staff Writer Credit: kwest/Shutterstock ATLANTA — Climate change may have surprising and wide-ranging effects on mental health, experts say. That’s because climate […]

Medronho, um “tesouro” a descobrir

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SOURCE: http://www.agronegocios.eu/noticias/medronho-um-tesouro-a-descobrir/

As Jornadas do Medronho juntaram cerca de 160 participantes, no dia 12 de outubro de 2012, na Escola Superior Agrária de Coimbra. Toda a cadeia de valor do medronho foi apresentada, desde a semente à aguardente e concluiu-se que tem grande potencial

Tradicionalmente quando se fala em medronho, pensa-se em aguardente. As Jornadas do Medronho pretenderam desmitificar esta ideia, no passado dia 12 de outubro, apresentando um conjunto de diferentes utilizações e vantagens desta produção. Perante uma plateia que juntou diferentes membros da cadeia de valor do medronheiro desde produtores, municípios, confrarias, investigadores e professores universitários, a presidente da Associação Portuguesa de Horticultura, Elvira Ferreira, defendeu que o medronho “é um verdadeiro tesouro”. De acordo com o engenheiro João Gama, da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Centro, a plantação de medronho tem várias potencialidades. Para além da sua utilização para a produção de aguardente, o fruto pode ser consumido fresco, utilizado para compotas, produtos de pastelaria, gelados, entre outras. Para João Gama, o medronheiro é ainda um arbusto a ter em conta no contexto de uma silvicultura preventiva, visto que se trata de uma espécie com uma inflamabilidade média e a sua retoma de produtividade após incêndios é de apenas 3 anos.

O consumo do fruto fresco

Adriana Guerreiro, engenheira e doutoranda da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve, tem centrado os seus estudos no consumo do medronho e na sua conservação. Segundo Adriana Guerreiro, apesar do excelente sabor, os frutos do medronho são pouco consumidos em fresco. Uma das razões prende-se com a sua fragilidade, pelo que a comercialização requer cuidados especiais.

Para o estudo, os frutos foram colhidos na serra do Caldeirão, no Algarve, e depois de selecionados foram armazenados em cuvetes de polistereno expandido. Cada cuvete continha 15 frutos. Estes foram depois armazenados em câmaras de refrigeração a 0, 3 e 6 graus. O estudo concluiu que o medronho é um fruto com potencial por ser fonte de antioxidantes, apresentando resultados superiores à framboesa e ao morango. Apresenta também uma razoável quantidade de vitaminas e carotenoides. Além disso, verificou- se que o medronho contém baixa quantidade de etanol, “o que vem contrariar o senso comum, de que estes causam embriaguez”, explicou Adriana. Quanto à sua conservação, concluiu-se que o fruto se pode conservar pelo menos cerca de 15 dias a temperaturas entre os 0 e 3 graus, mantendo a aparência e propriedades inalteradas. Estas conclusões demonstram “o subaproveitamento do medronho, que pode ser um complemento à produção de aguardente”. Para lá de investigadora, Adriana Guerreiro está a apostar na produção do medronho para consumo. Mas sozinha não consegue. “Não tenho meios nem capacidade para tal”, desabafa. “É preciso que haja mais alguém como eu, que veja potencial no fruto”.

A produção de aguardente: O exemplo da Silvapa

Em Portugal, a Silvapa, é a única empresa legalmente autorizada a produzir aguardente engarrafada. A empresa dedica-se à sua produção desde 1995. Em 2004, começou a produzir a bebida em destilaria própria e segundo o processo artesanal, utilizando um alambique de cobre com aquecimento elétrico. Para Margarida Silva, o objetivo da empresa é disponibilizar ao consumidor “um produto de qualidade que respeite o processo de fabrico artesanal, e que valorize o medronho”, enquanto recurso natural da região do Pinhal Interior Sul. Além da aposta no mercado nacional, em lojas de produtos tradicionais e gourmet ou na restauração, a empresa tem exportado para a Europa, sobretudo, para a Suíça e Alemanha. Na exportação, o principal problema prende-se com a falta de escala na produção. Margarida Silva conta que já receberam pedidos do Brasil e da Austrália a que não conseguiram dar reposta. Foi mais longe e defendeu que seria “bom” surgirem novas empresas de produção de aguardente que trabalhassem em conjunto.

Novos produtores de medronho

Durante as jornadas, a Pequenos Frutos encontrou dois produtores de medronho dispostos a apostar no fabrico de aguardente. Jorge Simões têm a sua plantação, com cerca de 15 hectares, no Estreito, concelho de Oleiros. “Toda a gente anda à procura de ouro e ele está mesmo ao pé da porta”, defendeu o produtor, salientando, que se deve valorizar e explorar as potencialidades de cada região. Jorge Simões iniciou a plantação do medronheiro há cerca de 7 anos e, até ao momento, já investiu perto de 70 mil euros. Com o medronho vindo da plantação, começou a fazer algumas experiências na produção de aguardente que enviou para análise. “ A ideia era ver o que estava bem e o que poderia ser corrigido”, para apostar na produção de uma aguardente de qualidade e que responda também às necessidades do mercado. “Se trabalharmos só para o país estamos a ter uma visão curta”, concluiu. A mesma opinião tem José Martins.

Começou a dedicar-se ao medronheiro há cerca de 6 anos, na sua plantação na Pampilhosa da Serra, com 26 hectares. O seu objetivo é criar uma marca própria e exportar toda a produção. “ Lá fora chegam a pagar 25 euros por litro, que é muito bom”. Para já o investimento rondou os 3 mil a 4 mil euros por hectare, o que totaliza cerca de 100 mil euros. E a aposta no medronheiro vai continuar. Candidatou-se ao programa PRODER, na qualidade de jovem agricultor, de forma a conseguir financiamento para a plantação de mais 20 hectares. José Martins deixa ainda algumas dicas para futuros produtores: “ É necessário ter muita atenção ao solo pois é fundamental para o desenvolvimento da planta e o sistema de rega também deve ser escolhido com cautela”, esclareceu.

O mel de medronheiro

O mel de medronheiro é outra das possibilidades de utilização do medronho. Na sua apresentação, Luís Filipe Estevão, presidente da PAMPIMEL (Cooperativa de Apicultores e produtores de medronho da Pampilhosa da Serra) deu a conhecer as potencialidades deste produto. As principais características diferenciadoras do mel de medronho são o seu sabor amargo e ácido, a sua cor escura e o alto teor antioxidante. Graças ao seu sabor, este mel é cada vez mais apreciado em Portugal, por exemplo, para a elaboração molhos. Mas é no mercado externo, sobretudo, nos países do norte da Europa e na região da Sardenha que é mais valorizado. Nestes mercados, o preço atinge os 20 euros por quilograma, enquanto em Portugal se situa nos 7 euros. No entender de Luís Estevão, esta “é uma forte razão” para a aposta na produção. No futuro, acredita que cerca de 80 por cento da produção nacional terá como destino a exportação. Quanto às dificuldades, estas estão relacionadas com os baixos níveis de produção, com a elevada humidade e fraca maturação do mel na colmeia (as abelhas polinizam o medronheiro no inverno, quando os dias são mais curtos e o sol pouco quente). E ainda com a inexistência de marketing e de canais de comercialização. Para dar resposta a estas questões foi criada, no ano passado a PAMPIMEL.

Jornadas superam expectativas

Para a organização, nas palavras Filomena Gomes, professora da Escola Superior Agrária de Coimbra, as jornadas do medronho “excederam as expectativas”, não só pelos números de participantes como também pelas comunicações apresentadas, que evidenciaram a obrigatoriedade da valorização do setor. No seu entender, “é necessário dar continuidade aos trabalhos”, entre produtores e investigadores para a elaboração do manual de boas práticas da cultura do medronho e do manual de boas práticas para a produção de aguardente, este último já em fase final de apresentação. Filomena Gomes defendeu ainda que “é premente” a organização dos produtores de medronho de forma a otimizar o setor.

Produção de amoras

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SOURCE: http://www.gera.com.pt/projetos-de-investimento/produ%c3%a7%c3%a3o-de-amoras/

As plantas de amora pertencem ao Género Rubus da família das Rosáceas e são nativas em grande parte da Euro Ásia e da América do Norte.

Os produtores têm optado por canalizar os seus investimentos para outras culturas no sector dos pequenos frutos, como os mirtilos, framboesas, groselha, etc.

No entanto a oferta deste fruto, ainda tem muita procura por satisfazer e os preços praticados são interessantes do ponto de vista económico para o produtor.

Dados:

  • Área Nacional afeta à produção de amoras (2012) = 19 ha;
  • Produção Nacional de amoras (2012) = 259 toneladas;
  • Exportações de amora= 188 toneladas;
  • Valor das exportações= 715.000€
  • Na Europa a área total é de cerca de 7.700 ha, sendo a Sérvia a maior produtora representando 69% desta área.
  • As plantas produtoras de amora pertencem ao Género Rubus da família das Rosáceas e são nativas em grande parte da Euro Ásia e da América do Norte;
  • A produção-comercialização nacional decorre entre os meses de maio e setembro, sendo a oferta mais forte nos meses de julho e agosto.
  • Área mínima necessária para viabilidade da produção= 1ha

Vantagens:

  • Ótimas condições edafo-climáticas, em Portugal, para o cultivo da amora;
  • Desenvolvimento de novas cultivares, melhor adaptadas à produção de fruta para o mercado em fresco;
  • Apresenta menores custos de produção do que os restantes frutos vermelhos, pois apresenta:
  • Maior vigor;
  • Maior tolerância a doenças ↔ Não exige tantos tratamentos fitossanitários;
  • Não necessita de ser replantada frequentemente
  • Produto com benefícios para a saúde (níveis elevados de antocianinas);

Desvantagens:

  • Custos elevados com mão-de-obra;
  • Escassez de mão-de-obra;
  • Falta de organização a nível nacional ↔ Recorrentes flutuações nos preços pagos ao produtor, consequência da competição entre regiões produtoras;

Produção de medronho

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Árvore: Medronheiro (Arbutus unedo)

Utilizações: Os medronhos são utilizados para a aguardente, licores, vinagres, bolachas e compotas. Podem ser consumidos em frescos embora não seja este o destino principal.

Tem um forte poder anti-bacteriano e é utilizado na arteriosclerose, diarreia, doenças do fígado, rins e aparelho urinário. O mel  de medronho, tem propriedades balsâmicas.

Produção: 10-20Kg/ano por árvore.

Condições Ambientais: Clima temperado mediterrânico e subtropical. Prefere solos soltos, profundos, siliciosos, ricos em matéria orgânica e frescos. Mas adapta-se a solos secos, calcários e pobres em húmus de textura media. Com pH de 5,5-7,0. A árvore é de semi-sombra, altitude dos 0-1000 metros e suporta bem a seca.

Compasso de Plantação: 5 x 5 metros.

Colheita: fruto pode colher-se entre Setembro e Dezembro, quando a cor fica vermelha.

Vantagens: Planta adequada para rentabilizar solos florestais, com menor aptidão cultural. Procura potencial por fruto in natura.

Desvantagens: Escassez de mão-de-obra. Utilização do fruto ainda muito concentrado na produção de aguardente.

Medronho

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SOURCE: http://www.adral.pt/pt/rrsilvestres/recursos/Paginas/Medronho.aspx

 

O medronheiro é um elemento importante da paisagem alentejana. É colhido em Outubro e Novembro, sendo tradicionalmente utilizado para produzir aguardente de medronho. A certificação biológica do medronho é feita a partir de frutos recolhidos pelos produtores locais. O medronho apresenta inúmeras potencialidades para além da tradicional destilação para aguardente, em fresco, em seco acresce-se como um produto com grande potencial inovador no mercado atual. Esta tarefa da colheita é realizada à mão e o processamento é realizado em pequena escala (destilarias), sem aditivos, para que se consiga um sabor perfeito.
História:

O medronheiro (Arbutus unedo) é uma árvore frutífera e ornamental da família Ericaceae, também conhecida como meródios, ervedeiro, êrvedo ou êrvodo. É uma planta nativa da região mediterrânica e da Europa Ocidental, podendo ser encontrada tão a norte como no oeste da França e Irlanda. O seu fruto é denominado medronho.
Características Gerais:

Fisionomia

O medronheiro tem normalmente um crescimento do tipo arbustivo até uma altura de aproximadamente 5 metros com ramos eretos, que brotam do tronco a partir de 0,50 metros do solo e que são também bastante espaçados entre si.

A copa do medronheiro é arredondada com folhas persistentes de formato elíptico que assumem uma coloração verde-escura semelhante à do sobreiro, e também possuem um brilho ceroso na face superior.

As flores desta árvore da cor branca ou levemente rosadas são muito decorativas. Logo, ela é considerada uma planta ornamental.
Habitat:

Em Portugal, pode ser encontrado por todo o país, mas a maior concentração ocorre nas serras do Caldeirão e Monchique.

O medronheiro é uma espécie que aparece consociada às Quercíneas, particularmente ao sobreiro e à azinheira, ocorrendo nos montados e em zonas de matos resultantes da sua degradação. Crescem tanto em solos ácidos como alcalinos mas preferem que sejam profundos e frescos. Aparecem até aos 1200 m de altitude. O seu clima favorito é suave e sem geadas fortes.
Época:

A colheita do medronho é no final de Outono, início do Inverno.
Utilização:

O medronheiro produz frutos comestíveis, bastante apreciados sobretudo no sul de Portugal, onde são usados na produção de licores e aguardentes destiladas do tipo licor de medronho.

É explorado, sobretudo nas Serras de Monchique e do Caldeirão, para a produção de aguardente. A aguardente de medronho é uma aguardente de fruta tradicional produzida a partir do fruto do medronheiro (medronho) típica das serras algarvias em Portugal.
Plantação:

Os medronheiros crescem selvagens em solos pobres nas regiões rurais, como o Alentejo e Algarve interior.

Não há nenhum plantio comercial (plantações) de medronheiro e os frutos são colhidos pelos agricultores locais e processados por particulares. Muito poucos agricultores têm uma licença para destilação, mas são toleradas para que essa especialidade portuguesa se mantenha viva.
Curiosidades:

Qual a origem das designações do género Arbutus? E do epíteto específico unedo?

São ambas antigas denominações romanas nas quais Lineu se baseou para atribuir este nome à planta. O primeiro é o diminutivo de arbor e significa arbusto. Alguns autores discordam e afirmam que a origem etimológica encontra-se no termo celta, arbois que significa áspero, rude, aludindo aos seus frutos. A resposta à segunda pergunta pode ser encontrada no facto de os seus frutos, ainda que comestíveis, possuírem um sabor desagradável (quando verdes). Unedo significa “um e mais nenhum” e foi adotado para esta espécie de modo a avisar os mais temerários que o desejem provar, de que não gostarão de repetir a experiência uma segunda vez.

Os medronhos são também famosos pela capacidade de provocar embriaguez e dor de cabeça a quem consome muitos, uma vez que quando maduros, possuem uma certa quantidade de álcool.

O que o medronho pode fazer pela sua saúde

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SOURCE: http://lifestyle.sapo.pt/saude/saude-e-medicina/artigos/medronho

Este fruto, proveniente do medronheiro, tem uma forte ação adstringente e antissética, ajudando a tratar infeções urinárias e problemas de garganta.

O medronheiro era já referenciado pelos romanos que o terão denominado Arbutus unedo. Virgílio, apelidava esta pequena árvore, muito frequente em Itália, de arbustus. Plínio e os seus contemporâneos romanos designavam-na por unedo, de unum edo, que significa comer um só, talvez devido à sensação de embriaguez que provocava comer muitos frutos. Tal sucedia sobretudo se estes já estivessem em processo de fermentação, como muitas vezes sucede.

De nome científico é Arbutus unedo L., pertence à família das ericáceas, onde se incluem as urzes, os mirtilos, os arandos, a urvaursina, entre outras. Em Portugal, é ainda conhecido como ervedeiro, ervedo, ervodo ou medronheiro comum. O medronheiro é um arbusto lenhoso muito comum em toda a região mediterrânica. Na realidade, pode considerar-se uma pequena árvore.

Nalguns locais, chega a atingir cerca de 10 metros de altura, sendo no entanto o seu porte médio de entre quatro a cinco metros. Existe em quase toda a Europa Meridional em terrenos áridos e siliciosos, em bosques e matas e é muito comum na Serra de Sintra e nas serras algarvias. Expandiu-se também para a Austrália, para África e para a Irlanda. Apresenta um tronco tortuoso, ereto, além de ramos avermelhados.

Destaca-se ainda pelas folhas persistentes, coriáceas e serrilhadas, flores campanuladas, brancas ou cor de rosa, que florescem anualmente entre outubro e fevereiro. Os frutos maduros são muito redondos e vermelhos, com saliências piramidais que se assemelham a morangos, daí os ingleses a conhecerem pelo nome de strawberry tree. Estes frutos colhem-se habitualmente no fim do outono.

A madeira fina desta árvore é muito apreciada no fabrico de objetos torneados, para embutidos e marcenaria, sendo fácil de trabalhar e polir. Além disso, a sua lenha é muito boa para aquecimento produzindo um excelente carvão. As suas vantagens não se ficam, todavia, por aqui. Também na medicina e na culinária, esta planta e este fruto têm vindo a ser usados desde há muito.

Composição

O medronho contém até 2,7 de arbutina, metuilarbutina e outras hidroquinonas (um princípio amargo) e taninos. A arbutina é antissética para o aparelho urinário. Esta árvore foi outrora muito popular devido aos bons resultados obtidos, nomeadamente no tratamento da sífilis, que afetou bastante os homens no século passado. Atualmente, ainda se utiliza para tratar infeções do aparelho urinário.

Este alimento tem uma ação bastante adstringente e antissética sobre as vias urinárias, tornando-se útil em casos de cistites e uterites, mas também para a limpeza do sangue e para o tratamento de diarreias e desinteria e para infeções da boca e da garganta, como defendem vários especialistas. Deve-se, aliás, gargarejar com uma infusão feita com as folhas frescas ou secas.

Pode utilizar as folhas, em infusão ou as raízes em decoção, deixando ferver cerca de dois minutos, seguidos de cinco minutos de infusão. Deve ser tomada entre as refeições ou ao deitar como depurativo. Os frutos têm sabor farináceo, ligeiramente agridoce, muito utilizado no fabrico de licores, e especialmente destilados na famosa aguardente de medronho, tão apreciada pelos especia